[o artigo abaixo contém spoilers]
Construir uma história totalmente nova em pedaços pequenos está sendo um desafio tão grande para Geoff Johns quanto Batman: Earth One, que foi para o outro extremo: o da narrativa longa e muito maior que uma revista mensal normal. Independente disso, o autor começou a se sentir à vontade depois de 5 capítulos, fazendo agora uma história mais substancial e muito bem apoiada pela arte de Gary Frank.
Billy Batson continua sua “jornada de vingança adolescente” ao lado de Freddie Freeman, com quem está desenvolvendo uma diferenciada (porém importantíssima) amizade. Ambos vão até a casa dos alunos riquinhos que lhes azucrinaram na escola para se vingar e, pela primeira vez, Billy faz um alto de altruísmo ao defender Freddy dos rapazes.
Concomitantemente, o ambicioso Dr. Silvana bate de frente com o Adão Negro, conseguindo dar andamento ao seu misterioso plano diabólico ao convencer o ressuscitado vilão de que pode lhe ajudar a encontrar O Mago. Certamente o Adão tem uma richa forte com o Mago Shazam e o leitor a descobrirá organicamente conforme o plano de Silvana obtém avanços.
Com um final bastante interessante, a história de Johns e Frank finalmente dá o que o leitor espera desde o começo: a escolha de Billy para ser o novo herói mágico escarlate. Após um raio dentro do metrô que usava para fugir, o garoto é transportado para a sala do Mago. E os fãs mal podem esperar pela conversa dos dois.
Nota: 8/10
Links Recomendados:
- [O Trovão de Shazam Parte 1: Origem]
- [O Trovão de Shazam Parte 2: Lampejos do Passado]
- [Lenda Urbana: Adão Negro foi criado para morrer?]
- [O Trovão de Shazam Parte 3: Chorando por um Olho Só]
- [O Trovão de Shazam Parte 4: Adão Negro de volta]
Capitão Marvel, ou Shazam como muitos o chamam também, foi criado em 1939, mas apareceu de verdade aos leitores em 1940 por C.C. Beck e Bill Parker. O garoto Billy Batson profere a palavra mágica SHAZAM (Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles, Mercúrio) e torna-se o Mortal mais Poderoso da Terra. O personagem pertence à DC Comics desde meados dos anos 1970 mas só teve uma mensal pra valer na editora uma vez.
Tags: Capitão Marvel, Gary Frank, Geoff Johns, reboot, Resenhas, Shazam






É spoiler falar que o mendigo da primeira edição e o papai noel/mendigo da quinta são claramente o Mago observando potenciais humanos para se tornarem os novos campeões? Bom se for eu já falei hehehe
E a palavra de hoje é… Concomitantemente!
Concomitante=
Adjetivo:
1:que ocorre ao mesmo tempo que outro acontecimento.
2:que acompanha.
Sinónimo:
1: simultâneo
E a segunda palavra é “organicamente”, que significa “naturalmente”, mas soa mais “cool” forçar a barra na tradução do inglês “organic”.
É isso que dá ficar reproduzindo o conteúdo de sites (sáites) dos EUA.
Eu to esperando há 5 meses para essa conversa do Billy com o mago Shazam.
http://osantuario.com/2012/08/02/garotas-perdidas-de-alan-moore-pornografia-e-heroinas-cheias-de-charme-e-malevolencia/
errado dizer “pela primeira vez, Billy faz um alto(sic) de altruísmo ao defender Freddy dos rapazes.” ele se meteu em encrenca na escola antes pra proteger seus irmãos adotivos!
Sei que aqui não é o melhor lugar, mas eu gostaria de saber qual revista do Batman (dos novos 53, vcs me recomendam), sem levar em conta a sombra do Batman
Acho que o Shazam merece tudo isso, por sua história e importância nas HQs. Espero que sua retomada não fique apenas nesta série inserida dentro da revista da LJA, mas que ele finalmente seja tratado à altura de seu legado. Ansioso para conferir isso (ainda não baixei… tô lendo LJ nas bancas… espero que a Panini inclua as histórias do Shazam, certo?)