[o artigo abaixo contém spoilers]
A revista The Fury of Firestorm, estrelada pelo herói Nuclear, pode não estar vendendo horrores, mas é o suficiente para que a DC Comics a mantenha no mercado. Mesmo assim, em menos de um ano, o título passou uma sequência de mudanças poucas vezes vistas na indústria.
Inicialmente, TFOF seria comandada por Gail Simone e Ethan Van Sciver nos roteiros, com arte do turco Yildiray Cinar. Logo em seguida, Simone saiu do título e deu lugar ao novato Joe Harris. Pouco tempo depois, EVS saiu e agora tanto Harris como Cinar estão fora também.
Ontem a DC Comics confirmou que Dan Jurgens é o novo responsável pelo título, tanto escrevendo como desenhando. Artista e editora prometem uma sequência de eventos que levarão o protagonista a novos direcionamentos a partir de The Fury of Firestorm #13, a sair em outubro próximo.
A capa que ilustra a matéria é de Jurgens e Norm Rapmund, seu fiel arte-finalista. O interior da revista será arte-finalizado por Ray McCarthy.
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Alguém sabe me dizer o pq do Nuclear voltar a ter a roupa original e não ser mais 2 pessoas separadas?
E a arte do Jurgens dói os olhos, não consegue passar dinâmica nenhuma. Ainda bem que ele saiu do Superman.
Concordo! Bendita hora que ele deixou a revista do Homem de Aço! Eu não sei no que ele consegue ser pior: nos roteiros rasteiros e sem nenhuma inspiração ou nos desenhos sem dinâmica… Só lamento que ele tenha sido remanejado para a revista do Nuclear, um personagem interessante que merecia um tratamento melhor!
E a galera dos anos 90 continua super povoando os títulos da DC, ninguém larga o osso e com isso, um t’tulo que poderia ser bom (até agora não chegou perto disso, mas podia) corre o risco de ir pra vala sem nunca ter brilhado.
E por falar em Nuclear, deixe-me perguntar: mais alguém teve problemas de páginas “repetidas” na história dele que foi publicada em Universo DC 2?
@Venerável Victor Vaughan
Eu não gostei da arte de”The Fury of Firestorm”, não sei como está agora, mas no início não me agradou.
De qualquer modo aplaudo a iniciativa de tentar um outra pegada nessa revista, uma colorização incomum… Me parece que a DC está tentando de várias formas diferentes algo novo, mas sem alterar o sistema de produção, periodicidade, das revistas, sem criar novos padrões de qualidade. Ao meu ver o erro pode estar aí, justamente onde não estão mexendo.
Personagem mediano = artista mediano.
Não vou chamar de medíocre, pois seria injusto com o cara que conseguiu fazer uma revista do Booster Gold aceitável (Até porque tornar um personagem daqueles algo bom, aí já seria esperar muito…).