[o artigo abaixo contém spoilers]
Encerramos por aqui nossa quinta-feira de cobertura à Guerra dos Supermen. Como vocês viram a ideia foi de narrar estes eventos em primeira pessoa, focando em cada personagem importante para a trama, para que assim pudéssemos mudar um pouco a dinâmica de contato entre nossos leitores.
A edição #1 foi bem divertida e teve alguns momentos emocionantes. Sterling Gates e James Robinson hoje não a dupla mais perfeita do mundo para roteiros de quadrinhos, mas funcionam de forma competente e muito boa dentro da proposta desta história. Se as próximas edições forem assim será mais um marco na vida do Superman que os fãs com certeza se lembrarão. O maior problema infelizmente é a arte de Jamal Igle, que em algumas páginas é ótima e em outras parece feita às pressas, deixando a narrativa visual muito inconsistente. Uma pena.
Se vocês gostaram de nossa iniciativa, esta será a primeira quinta-feira de mais três funcionando exatamente como hoje. Portanto, deixem seus pensamentos, opiniões e sugestões nos comentários. A continuidade desta nova forma de comunicação com vocês depende apenas de vocês mesmos =)
Tags: Eddy Barrows, J.P. Mayer, Jamal Igle, James Robinson, Novo Krypton, Resenhas, Rod Reis, Sterling Gates, Superman, War of the Supermen




Bom o que dizer????
Vocês estão de parabéns
Espero as novas resenhas
Suuuuuceeeeessssoooooooo
muito bem!!
extraordinariamente uma ótima sacada parabens morcelli
chuchubeleza
Wonderful, Albert!
Maravilha, Alberto!- em inglês
cara, parabéns.. muito boa essa sacada!
Estes posts são clássicos! Parabéns Morcelli, textos emocionantes e bem feitos! Até a próxima quinta!
Minhas congratulações!!!
Muito bem, Morcelli! Espero a próxima quinta ansiosamente.
De Boa, Esta forma de post é revolucionária! Parabéns pela inovação!
Ficou meio em aberto sua solicitação, então vamos a todas:
1 – A iniciativa da narrativa em primeira pessoa: Estou aplaudindo de pé! Sério! O povo está me olhando esquisito aqui no trabalho, mas é uma iniciativa criativa, mostra o conhecimento dos personagens envolvidos. Tanto que subestimei-vos e achava que era um serviço de tradução de textos da DC americana. Vi com canto-de-olho “destaques especiais nos EUA”.
2 – O motivo da Guerra? Hããã… mencionei no post do Reacton: foi um plot muito burro. Prédios governamentais nos EUA podem detectar traços de radiação ou de agentes biológicos em quem entra neles, mas os alienígenas capazes de gerar um planeta – UM PLANETA – deixam passar energia atômica para explodir um planeta – UM PLANETA?
Foi uma triste forma de se encerrar um arco tão interessante. Mas os Kryptonianos serão derrotados, Superman vai voltar a sua função de sempre, e ficar 1 ano em solo até sumir ou perder os poderes por 1 ano.
@Dr. Hardman
Valeu pelos elogios, de verdade =) Aliás, isso vale pra todos, fiquei muito contente por vocês terem gostado
Sobre o plot, não discordo muito não. É aquela coisa: a guerra tinha que acontecer, então eles não se preocuparam muito em aprofundar-se tanto nos motivos dela ter acontecido, mas nela mesmo em si, que tem acontecimentos mais fortes.
Vamos ver na semana que vem se ela melhora ou pelo menos mantém essa qualidade =)
O Coringa usou essa estratégia no Batman Dark Knight…
Eu esperava mais para o ato inicial da guerra. Que nem a Serpente que provocou a queda de Camelot, assustando um cavaleiro no tenso clima de guerra fria.
Tanto Zod querendo uma desculpa para atacar a Terra faria algo do gênero (menos destrutivo… Afinal é seu planeta) quanto o Gal. Lane fazendo direito o que tentou fazer quando acusou Asa Noturna, Flamejante e Supergirl do suposto assassinato de Valor. Há muitas margens e motivos para começar a guerra!
Mas com tanta “espionagem e contra-espionagem”, eu prevejo que no final havia um “terceiro”, manipulando Lane ‘e’ Zod, por algum motivo bobo.
cof-cof>LuthorBrainiac<cof-cof
O que seria subestimar os generais masterminds dos dois mundos. Como se eles caíssem num truque como o cavalo de troia ou a bomba escondida num prizioneir…
Oh.
…
Esqueça.
Agree