ComicPod #373 – Por que a Diversidade Nos Quadrinhos Incomoda?

What’s up, Zeronautas! Nesta edição do ComicPod, Pab Sarmento e Erika Atayde recebem Load Comics, Drigo Menezes e a roteirista da Turma Da Mônica Jovem Petra Leão para discutir os motivos da Diversidade incomodar tanto alguns leitores de quadrinhos. Em uma viagem pelo tempo os participantes enumeram várias histórias que colocam as minorias no protagonismo de histórias em quadrinhos.

É um podcast para todos os leitores de quadrinhos. Aperte o play e não se incomode!

Link comentados

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Trilha Sonora:

  • The Legend of Zelda: Breath of the Wild Sound Selection – Kataoka Manaka, Iwata Yasuaki

 

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Ficha Técnica:

  • Montagem de Pauta: Pablo Sarmento
  • Apresentação: Pablo Sarmento
  • Edição de áudio e Trilha SonoraDiego Bachini Lima
  • Vitrine e Capa: Diego Bachini Lima

Merchan:

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  • Alan Michael Scott

    Por incrível que pareça, o desenho Dragon Ball Z foi importante para o meu conhecimento e aceitação da liberdade sexual, não de forma representativa, mas como fornecedor de outras opções sexuais; Falo isso por causa da sensualização masculina presente em muitas partes da história, por ex no episódio 14: “Uma doce tentação! A hospitalidade da princesa serpente” onde temos um belo fan-service com Goku tomando banho numa sauna, causando excitação na Princesa Serpente… Foi a primeira vez que vi que homens também são sensuais (pois isso era exclusividade das mulheres até então).
    Depois existem inúmeras e gratificantes cenas de banho e nudez masculina, além de um fan-service explorando a sensualidade de um personagem durante um combate com roupas rasgadas e tudo, fiquei impressionado em ver aquilo que era tão comum acontecer com mulheres acontecendo com um homem; A partir do episódio 64: “o terrível Rikum” vemos o vilão gracioso e “afeminado” tendo seu corpo quase nu explorado como objeto em poses semi-eróticas;

  • IDRIS ELBA RAMALHO

    Ainda não ouvi o pod, mas você mandam bem quando abordam o tema!

    É assustador o quanto isso incomoda muitas pessoas. Mas não é só nos quadrinhos, acredito que o preconceito é muito grande em todas as áreas e mídias, e o quadrinho não é uma exceção. Por isso rebato muito quem diz “ai, mas é só quadrinho”, NÃO É só quadrinho, é um reflexo de um problema muito maior. Aja visto, a parada nazista que ocorreu nos EUA essa semana…

    Mas é curioso ver o nerd que lê , por exemplo, X-men desde pequeno, se incomodar com a diversidade.
    Porra, X-men fala de que, cacete? Fala do preconceito, de aceitar as diferenças, prega que somos todos iguais e temos os mesmos direitos!

    Interessante que o mundo do Esporte, antes tão exclusivamente voltado pra o público masculino, mudou muito e bem mais cedo que a cultura nerd. Esportes que antes eram tidos como só pra homens, tem recebido muito bem as mulheres, inclusive as empresas se interessam em patrociná-las. Não é perfeito claro, mas mudou muito mais do que outras áreas, e vem melhorando cada vez mais.

  • Ermicão

    Excelente Cast.

  • IDRIS ELBA RAMALHO

    Tal como a Erika, eu fiquei bem triste com a reação de muitas pessoas com o post dela sobre o Superman do Byrne.
    Alguns comentários que eu li não passavam de ofensas gratuitas.
    Comentei sobre o post, falei das coisas da fase do Byrne que eu achava legal, as coisas que eu não gostava, e aí fui ver os outros comentários e senti vergonha.
    Ao contrário dela, gosto muito da fase do Byrne! Mas isso não é desculpa para se dizer “você não sabe do que fala, isso é coisa de esquerdopata” ou coisas do tipo. É ridículo!
    Afinal, pra que tanta agressividade?

    Legal a Petra ter participado. Minha irmãzinha lê turma da mônica jovem, comecei a ler com ela uma vez, e sigo lendo até hoje! hehehe
    Particularmente, prefiro as histórias escritas pelo Emerson Abreu, acompanho fielmente a saga dele, que tem referências a Doctor Who,Lovercraft, e muitos filmes de terror e ficção. Vale ressaltar que o Emerson passou por diversas “críticas”, e deve passar até hoje, por ser homossexual, e muitos pais dizerem que ele não poderia escrever revistas para crianças.

    Sobre o Claremont e o Byrne, é muito bom falarem sobre eles. Lendo sobre os bastidores dos quadrinhos a gente descobre que eles queriam formar casais homossexuais nas revistas dos X-men, em que eles tivessem uma relação sadia, que se beijassem, que andassem de mãos dadas na rua… Mas foram imediatamente vetados pelo Jim Shooter, editor da época, que afirmava “O universo Marvel NÃO TEM homossexuais!”. Inclusive ele reescreveu várias histórias deles , deixando eles cada vez mais putos da vida. Foram forçados a escrever esses personagens de forma extremamente sutil e subjetiva, e torcer pra o editor linha dura não perceber.

    Me estendi bastante, mas é isso, rsrs.
    Ótimo podcast, parabéns a todos!

  • Renata of Themyscira

    Pra mim, um dos melhores ComicPods até hoje.

  • Rodrigo Lourenco

    cast muito bom. no eu caso eu recomendo quadrinho desconstruindo una

  • Marcelo Grisa

    Mais um podcast da agenda Anti-Byrne! Coisa linda <3

    • Marcelo Grisa

      Eu me incomodo há alguns anos com a quantidade de ruivas na Marvel também… Poxa, a cada três mulheres, uma é ruiva?