[Terra 10] O que a DC ERRRRRROU!

É ISSO AÍ GALERAAAAAAA! É MAIS UM TERRA 10 DO TERRA ZERO BICHO! OLOKO! DESSA VEZ, ESSA GALERA QUE MANJA, TANTO NO PESSOAL QUANTO NO PROFISSIONAL, VAI FALAR SOBRE O QUE A DC…

CONFIRA AÍ NA TELINHA, GALERAAAAAAAA! ALGUNS ESCREVERAM DEZ, OUTROS NÃO, MAS É ISSO AÍ!

VÊ AÍ SE TEM MAIS ALGO QUE NÃO DEU CERTO, BICHO!

Precisava de mais uma imagem pra botar aqui, então vai essa mesmo.
Precisava de mais uma imagem pra botar aqui, então vai essa mesmo.

Brunão

The Fury of Firestorm: Normalmente, eu diria que kaijus melhoram qualquer coisa. Essa revista é a excdeção que confirma a regra.

Arqueiro Verde de JT Krull: Todos os elementos responsáveis pelo carisma do Arqueiro Verde foram retirados em favor de uma caraterização genérica de vigilante urbano.

Ravagers: Um spin-off dos Titãs de Lobdell, ruins por si só, que tenta ser a X-Force do Rob Liefeld.

World’s End: A impressão que tenho é que um gringo vegano tentou fazer uma feijoada e, por acidente, saiu um gibi.

Lanterna Verde de Robert Venditti: Equilibrar a personalidade de Hal Jordan para torná-lo um personagem palatável é difícil; a solução de Venditti foi cercá-lo de personagens mais insuportáveis. Os novos Deuses são tiranos, a IA da nave de Jordan é insuportável, a família de Jordan é como a mãe que mima o filho psicopata. Um t´[itulo que faz você torcer para o protagonista perder e o universo acabar de uma vez.

Team 7: Um conceito da WildStorm que poderia ter sido muito útil em estabelecer a timeline dos Novos 52, nas mãos do excelente roteirista Justin Jordan, foi infelizmente sabotado pelo editorial; o crossover stealth com Eclipso matou todo o momentum, forçou uma conclusão corrida e inutilizou quase tudo que a revista estabelecia.

StormWatch do Jim Starlin: Os personagens, essencialmente o Authority, são criações de Warren Ellis que, para funcionar, dependem de uma narrativa enxuta, diálogos inteligentes e conceitos sci-fi interessantes e “recentes”. Jim Starlin é um cara que estacionou nos anos 70. Claro, matou a franquia (ou deu nela o tiro de misericórdia)

Deathstroke do Rob Liefeld: Não sinto necessidade de explicações aqui.

Teen Titans: Deram ao Lobdell uma tarefa ingrata; atualizar todos os personagens adolescentes de forma a não terem conexão com seus mentores. Quando você dá uma tarefa ingrata a um roteirista ruim, é óbvio que o resultado não vai agradar, e não agradou. Superboy virou o Cable, Tim Drake virou um Reed Richards mirim, e sequer consigo falar do Bart Allen.

A pior de TODAS: Flash, de Robert Venditti e Van Jensen. A Speed Force foi transformada num clube Med. Henry Allen trabalhou com Eobard Thawne. A tentativa de adicionar diversidade com o novo Wally West foi quase uma lista de “quantos esteriótipos racistas conseguimos colocar em um só personagem?”. Os conceitos são pobres, as caracterizações são péssimas, os plots são terríveis. Essa revista é, sem dúvida, o pior run do Flash de todos os tempos; não só mata a mitologia do velocista, como passa um bom tempo molestado seu cadáver.

Arte de Brett Booth.
Arte de Brett Booth.

Erika Atayde

Rob Liefeld: Exterminador, Rapina e Columba, Armadura de Metal Enésimo… Seria injusto diminuir a um gibi só. Rob Liefeld foi um erro como escritor, como desenhista mas principalmente, como motorista.

Capitão Átomo: Eu me lembro da Erika, uma adolescente recém alimentada com Noite Mais Densa, Crise Final e Flashpoint, LOUCA POR G1B1S. Ela tinha 18 anos, e queria muito ler aquela história do Capitão Átomo que seria pintado a mão pra destoar do resto, que teria um teor filosófico… Enfim, um gibi que nunca foi publicado.

Cavaleiro das Trevas III: Frank Miller.

Mulher-Maravilha: Então… Lembra da Erika de 18 anos? Prometeram pra ela uma Mulher-Maravilha de calças, não entregaram, já foi complicado. Dai ela leu uma história de uma guerreira filha de um estuprador que “dessa vez era amor de vdd”, duma raça de amazonas que assassina homens e condena seus filhos a servidão do deus Hefesto… Uma Mulher-Maravilha que, por mais que não mostre NESSE gibi, está em relacionamento com o Homem de Aço… Francamente, são alguns dos pontos mais fracos e destoantes de caracterização desde a fase do Dennis O’Neil. E é claro que veio depois alguém que escrevia uma história insossa e alguém que desenhava barbies-guerreiras.

Superman: Por onde eu começo? Origem confusa pelo “mestre Morrison”, história descaracterizada pelo Lobdell? aquele inferno de não-Bizarro? Um Clark Kent cuzão que nem o do Byrne com um Superman incapaz do Strazinski? Superman dos novos 52 conseguiu um feito único: Ele é um novo Superman, completamente desprendido dos conceitos do personagem anterior, reutilizando eles e sendo reconhecido como novo. Uma pena que ele fez isso justamente por ser terrivelmente ruim.

Arte de Kenneth Rocafort.
Arte de Kenneth Rocafort.

Igor Tavares

Mulher Maravilha (Do casal Finch), Lobo, TUDO QUE O LOBDELL escreveu nos Novos 52, Deathstroke, Flash (Van Jensen e Venditti), Telos, Hawk and Dove, Futures End.

Joacélio Batista

1 – Repetir o mesmo erro da reformulação pós-Crise e manter algumas cronologias como a do Batman e Lanterna verde. Se é pra zerar, melhor zerar tudo.
2 – A tentativa de dar um emprego fixo pro Liefeld.
3 – A decepção que foi a Liga do Jonhs e Lee.
4 – Não terem usado Action Comics pra dar rumo ao Superman.
5 – As tentativas de fazer o Marciano importante fora da Liga.
6 – Apagarem o Homem Borracha da continuidade.
7 – Futures End.
8 – A saida de James Robinson de Earth 2, que tava muito foda e se perdeu.
9 – Dan DiDio e cia.
10 – A falta de tato com o material incorporado da Wildstorm.

Arte de Rob Liefeld.
Arte de Rob Liefeld.

Leandro Damasceno

Lanternas Verdes: tudo e qualquer coisa relacionado. Lanternas Vermelhos em especial achei terrível.
Capitão Átomo de JT Krul e Freddie Williams III: foi a pior tentativa de recriar o Dr. Manhattan no universo DC “normal” em toda a história da editora.
Arqueiro Verde: também de JT Krul mas com desenhos de Dan Jurgens é uma aula do que não fazer com um personagem já estabelecido.
Teen Titans: Scott Lobdell e Brett Booth. Porque Lobdell e Booth.
Rapina e Columba: Rob Liefeld.
Voodoo, de Ron Marz e Sami Basri: Não dá pra falar que Marz pisou na bola com a Vodu (ex-WildCats) tanto quanto Krul fez com o Arqueiro porque a Vodu ninguém conhecia. Depois dos Novos52, isto não mudou.
A Mulher-Marvilha do casal Finch.
Batman: The Dark Knight do David Finch.
Blackhawks do Mike Costa e Graham Nolan.
Dr Fate: eu odeio o Paul Levitz.

Arte de Sonny Liew e Ibrahim Moustafa.
Arte de Sonny Liew e Ibrahim Moustafa.

Marcelo Grisa

Superboy foi TÃO estragado por Scott Lobdell que nem Marv Wolfman não conseguiu consertá-lo. Além disso, exigiu que Dan Jurgens desse toda uma volta desde a mini de Superman em Convergence para poder criar o novo Superboy, Johnathan Kent.

Exterminador me fez desistir do mix brasileiro do Flash. Não pelas primeiras edições, mas sim quando deixaram um certo Mestre desenhar e escrever, metendo até o Lobo no meio… Não foi à toa que criaram um novo Maioral na continuidade.

Flash e Lanterna Verde do Robert Venditti. Incrível como ele consegue fazer trabalhos tão díspares como esses e X-O Manowar, da Valiant, ao mesmo tempo. PRECISA melhorar na revista do Hal em Rebirth – até porque, X-O está acabando mesmo, e ele poderá focar-se.

Jovens Titãs do Lobdell. Fim.

Telos era a chance de termos uma revista multiversal. Mas o personagem é fraco e seu criador, Jeff King, precisava ter o acompanhamento de outro escritor para melhorar. Deixaram-no sozinho. Só comparar com o que aconteceu com Tom King, que, depois com uma temporada com Tim Seeley, escreveu o Visão para a Marvel e agora assumirá o Batman em Rebirth.

Capitão Átomo foi a grande adição da Charlton no pós-Crise, junto com o Besouro Azul. Mas tinham que deixar a revista na mão do J. T. Krul. O resultado foi o ostracismo. Tomara que volte.

Falcões Negros. QUEM foi o cara que pensou que era uma boa ideia?

Homem Infinito e o Povo do Amanhã. Me arrependo amargamente de ler algo escrito pelo Dan DiDio.

Arte de Keith Giffen, Hi-Fi e Alex Sinclair.
Arte de Keith Giffen, Hi-Fi e Alex Sinclair.

Matheus Teixeira

Rapina e Columba: DC ainda não tinha entendido que estavam trazendo a parte errada dos anos 90 de volta.

Arqueiro Verde do Krull: Tentativa desgraçada de fazer um Arqueiro mais parecido com o da série… Mas escrito pela porra do J.T. Krull (vale ressaltar que depois que o Lemire e Sorentino assumiram, a revista melhorou muito).

Pablo Sarmento – A ESTRELA, BICHO!

Legião Perdida: Uma história sobre um grupo da Legião Dos Super-heróis perdida em meio a nova cronologia dos Novos 52. Cansativa.

Katana: Uma personagem que podia ter uma história com pagada ninja e oriental não chegou nem no quase. A nova série, com uma edição é melhor que toda essa HQ escrita pela Ann Nocentti.

Liga da Justiça, de Geoff Johns e Jim Lee. As duas vozes fortes da DC Comics não conseguiram uma química boa. Histórias rasas e com muitos problemas de amarra.

Stormwatch: fraco! Você espera muito mais dessa equipe! Principalmente com o Caçador de Marte trabalhando com eles.

Rapina e Columba: resumo: Liefeld desenhando.

Exterminador: Resumo: Liefeld escrevendo e desenhando

Teen Titans Vol 4: Cara, Lobdell tentando escrever esse título é uma afronta a todos as pessoas que já trabalharam com os titãs.

Arte de Brett Booth.
Arte de Brett Booth.

Ruy, o Renegado

Teen Titans: Foi um verdadeiro fiasco! Personagens sem carisma, origens ruins, histórias péssimas…

Ravagers: Se já não bastasse Teen Titans ser tão ruim, ainda lançaram um spin-off com a mesma “qualidade” e com personagens menos conhecidos.

Green Arrow do Krul e do Jurgens: Essa reformulação do Arqueiro foi feita nas coxas e removeram do personagem tudo que os leitores gostavam nele. Além das histórias também serem fracas.

O começo da Justice League com o Geoff Johns e o Jim Lee: O que foi isso? Superman violento e brutal, Darkseid atacando Metropolis como se fosse o Godzilla atacando Tokio, os personagens fazendo coisas sem pé nem cabeça… E como essa revista foi o carro chefe dos Novos 52 no início e a primeira revista que eu li desse reboot, acho válido comentar sobre como eu fiquei perplexo com os novos trajes dos heróis e esses riscos e rabiscos neles.

Earth 2 depois da saída do James Robinson: Caramba! A história se perdeu totalmente e ficou sem rumo. Além disso, os personagens que surgiram depois da saída do Robinson eram terríveis!

Pandora: A DC tentou aproveitar o hype dos Novos 52 pra ganhar dinheiro em cima dessa personagem inventada simplesmente pra dar importância ao reboot em si. Só que, francamente, ela era uma personagem ruim e pela qual ninguém estava interessado.

World’s End: Caça-níqueis ruim e que só serviu pra piorar ainda mais as histórias envolvendo Earth 2.

Hawk & Dove: Se já não bastasse ter o Liefeld desenhando, ainda colocaram ele pra roteirizar algumas edições. Precisa falar mais?

Omac: Dan Didio ainda é um roteirista medonho! Transformou um personagem que tinha tudo pra ficar bem bacana num verdadeiro abacaxi. E depois que a revista foi cancelada ainda tentaram aproveitar o Omac em outras revistas como Futures End e Justice League International.

Infinity Man and the Forever People: Não satisfeito com sua atuação em Omac, Dan Didio resolveu escrever a revista de mais uma criação do Rei Kirby. Só li porque adoro os Novos Deuses, mas foi uma experiência terrível. Ele conseguiu detonar o Quarto Mundo, Kirby deve estar se revirando no túmulo.

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