[Bolsa de Apostas] O que Tom Hardy vai fazer da vida?!

O ator Tom Hardy vem dando muitas entrevistas enquanto está em turnê de divulgação do seu novo filme Mad Max: Estrada de Fúria, que será lançado hoje, 8 de maio de 2015. Durante as enxurrada de entrevistas que ele tem dado, ele acabou aproveitando para esclarecer o motivo de seu afastamento do projeto do Esquadrão Suicida e expor que sua relação com a Warner Bros. continua sem nenhum problema.

Durante entrevista com o site ao Collider, Tom Hardy  falou que está trabalhando em algo para a Warner Bros. em um projeto bastante singular e que mistura várias tonalidade e que ele chamou de uma “Uma Zona Psicológica”. Nas palavras do ator:

E, na real, tenho uma parada cozinhando na Warner Bros. que é também de quadrinhos. É da DC e é realmenter bom, tem elemento de todas as coisas. De 11 homens e um Segredo a Batman e além, Technicolor, Pulp Fiction. É uma zona psicológica fodida, é muito maneiro. Como se fosse Transmetopolitan, mas não é, é algo mais realista. Talvez seja que nem Heat, seria foda.

[…]

Não é nem um filme, é mais algo de vanguarda que tá ali embaixo do nariz de todo mundo e ninguém pensou sobre isso. Vai além até de TV e cinema.

Spider Jerusalém - Transmetropolitan. Arte de Darick Robertson
Spider Jerusalém – Transmetropolitan. Arte de Darick Robertson. DC Comics/Vertigo

Baseados nessa fala do Hardy tivemos a ideia de criar uma Bolsa de Apostas de possíveis projetos que podem se encaixar nessa fala do entusiasmado ator. Acredite, tem muita coisa que se encaixa no que o ator falou.

Stormwatch. Arte Tom Raney.
Stormwatch. Arte Tom Raney. DC Comics/WildStorm
A fala é críptica, mas pode implicar uma série de coisas. Citar Transmetropolitan pode ser uma dica de que seja um material de Warren Ellis, conhecido por inclusive dar a base de várias ideias aplicadas por Grant Morrison em Multiversity. Poderia ser Stormwatch, a série que o deu projeção: apesar de ser originalmente do selo WildStorm, hoje a equipe está integrada ao Universo DC.
The Authority. Arte Bryan Hitch
The Authority. Arte Bryan Hitch DC Comics/ Wildstorm
The Authority, a série que dá sequência a esse título, também de Ellis, que é algo que se encaixaria no tom encontrado pela Warner para os filmes da DC. Imaginem, por exemplo, se algum governo (o dos EUA, provavelmente) criasse com bio-engenharia esses heróis – com tecnologia kryptoniana ou algo assim – para serem o seu time a “proteger o mundo” do que quer que aparecesse? Não necessariamente como antagonistas da Liga da Justiça, mas aqueles que lidam com ameaças domésticas e de forma secreta, já que Darkseid deve ser o vilão do grupo principal da DC pelo menos nos dois primeiros filmes.(Antagonistas da Liga… alguém ai pensou na Elite?)
Planetaty. Arte de John Cassaday
Planetaty. Arte de John Cassaday DC Comics/Wildstorm
Além disso, a fala sugere algo mais “mundo real”. Assim, outra sugestão seria Planetary. Apesar de pouco provável – já que a propriedade não é mais usada nos quadrinhos da DC por conta dos pesados royalties que deverão ser pagos ao escritor britânico – o resultado da imersão na cultura pop do século passado por meio de um (ou mais) filmes poderia gerar uma ótima história também nas telas.
Os Invisíveis. Arte de Sean Philips.
Capa Os Invisíveis #22 . Arte de Sean Philips. Vertigo/DC Comics
Ainda há Os Invisíveis, série de Grant Morrison para a Vertigo que atenderia à parte da fala do ator que fala em “orgia psicológica”. Apesar de ela beber das mesmas influências de Matrix (discute-se até hoje a influência dessa HQ na trilogia dos irmãos Wachowski, por exemplo), seria uma boa adição à intenção da Warner de produzir filmes baseados no selo adulto da DC, que começará com Sandman.
100 Balas. Arte de Dave Johnson
100 Balas. Arte de Dave Johnson Vertigo/DC Comics
Por fim, 100 Balas é outra opção boa, por combinar elementos fantásticos com um ambiente muito próximo do real – não sendo necessário, por exemplo, um gasto tão grande em efeitos especiais quanto as opções acima. A obra de Brian Azzarello e Eduardo Risso poderia facilmente ser um filme de conspiração, com o protagonista (ou os protagonistas) sendo envolvidos em uma trama muito maior do que eles imaginam.
Você, leitor, faça suas apostas… O que Tom Hardy vai fazer da vida?

 

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