Poderosa: Fechando o primeiro arco muito bem!

[Resenha da Edição #1] [Resenha da Edição #2]

Depois de algum atraso trazemos comentários sobre Power Girl #3, continuando nossa retrospectiva no primeiro ano de histórias mensais da Poderosa, uma das heroínas mais adoradas do Univeso DC nos últimos anos. Com bastante propriedade e identidade o trio Justin Gray, Jimmy Palmiotti e Amanda Conner fecham o primeiro arco de um jeito tão divertido quanto ele começou e cai nas graças dos leitores.

Nossa heroína Karen Starr derrota o Ultra-Humanoide de um jeito muito divertido e até auto-irônico mas o grande desafio vem depois disso: como salvar a ilha de Manhattan e ainda evitar um desastre com a nave do vilão? Sozinha ela já tem algumas ideias mas os responsáves pela revista aproveitam para promover uma personagem criada por eles e que cai bem no momento narrativa: Atlee, ou simplesmente Terra.

Com uma ajuda de Terra, numa aplicação muito boa dos roteiristas e em cenas aéreas e no subsolo simplesmente fantásticas, a Poderosa consegue salvar Manhattan e, de um jeito completamente louco, ela ainda evita que a nave do Ultra-Humanoide caia sobre toda a população da ilha. As cenas da Terra são muito importantes pois ela tem uma visão natural das coisas que o leitor também tem no mundo real, como ver uma cidade de dentro do avião ou poder estar no subsolo e ver coisas inimagináveis.

O trio criativo aplica muito bem suas ideias e deixam tudo muito bem amarrado. A identidade tanto visual quanto narrativa que eles dão para as histórias são invejáveis e tornam a leitura de Power Girl, por mais despretensiosa que seja, muito prazerosa. E não se enganem pelo fim do arco: a farra só tende a aumentar!

Kara Zor-L foi criada por Gerry Conway em 1976 e, tendo vindo do planeta Krypton de um outro universo, a heroína tem poderes bem parecidos com os do Superman, em especial sua grande força e voo. Com o nome civil de Karen Starr ela lidera a Sociedade da Justiça da América.

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